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RIO PRETO

Invasão a residência resulta em estupro

Mulher surda é vítima de ataque em Potirendaba

Amanda Mendes
Amanda Mendes

Publicado em 24 de setembro de 2026, 10:01 — Em Rio Preto

2 min de leitura
Invasão a residência resulta em estupro
Invasão a residência resulta em estuproFoto: Divulgação

A Polícia Civil de Potirendaba, interior de São Paulo, investiga um caso de estupro ocorrido na madrugada de terça-feira, 22 de setembro, em que uma mulher de 31 anos, surda, foi vítima de um invasor ainda não identificado. O crime aconteceu por volta das 5h30, quando o suspeito adentrou a residência da vítima e a agrediu fisicamente, culminando no ato violento.

O caso foi reportado às autoridades pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São José do Rio Preto, que foi acionada por uma equipe do Projeto Acolher, do Hospital da Criança e Maternidade (HCM). A mulher foi encaminhada ao hospital, onde permaneceu internada para receber cuidados médicos e apoio psicológico. Durante sua internação, uma equipe de psicologia assistiu à vítima com o auxílio de um intérprete de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), assegurando que a comunicação e o suporte emocional fossem adequados.

A avaliação feita pelos profissionais de saúde confirmou que a mulher estava consciente e orientada, e ela pôde relatar a agressão sofrida. O boletim de ocorrência foi registrado como estupro de autoria desconhecida, e as investigações foram transferidas para a Delegacia de Polícia de Potirendaba, que agora se encarrega de identificar o autor do crime.

A violência contra mulheres, especialmente em casos que envolvem pessoas com deficiência, continua a ser uma preocupação significativa nas comunidades. As autoridades locais estão mobilizadas para dar suporte à vítima e garantir que medidas adequadas sejam tomadas para a segurança da população.

As investigações seguem em andamento, e a Polícia Civil pede que qualquer informação que possa ajudar na captura do suspeito seja encaminhada às autoridades. O caso destaca a importância de uma rede de apoio para vítimas de violência, que inclui serviços médicos, psicológicos e jurídicos, respeitando as necessidades específicas de cada indivíduo.

Os próximos passos incluem a continuidade das investigações pela Delegacia de Potirendaba, que busca pistas que levem ao responsável pelo crime. A sociedade civil é convocada a colaborar e a estar atenta a casos de violência, contribuindo para um ambiente mais seguro para todos.

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